19 Janeiro 2007

Privacidade na internet
Claro que eu não podia deixar de falar da grande polêmica das falsas informações que se encontra na rede, a alguns anos a grande diversão era entrar em chats de bate papo como por exemplo o do UOL e teclar com as pessoas afirmando ser um pessoa que na verdade não é, tipo da situação em que um homem velho se passa por um garoto ou até mesmo uma garota, ou um garoto de 10 anos se passar por um surfista rico havaino, as pessoas podem ser quem quiser na internet; nos dias de hoje algumas coisas mudaram, a principal mudança foi o tráfego de dados mais ágil e os recursos tecnológicos acessiveis como webcam e a fotografia digital, mas principalmente os sites de relacionamento como ORKUT, GAZZAG, BELTRANO e agora a novidade do PETKUT onde como pretesto para conhecer pessoas, se usa o bicho de estimação, que pode na verdade existir, ou não!

Na internet tudo pode ser real, porém também tudo pode ser ficticio, é importante termos a conciência disso, hoje e sempre, até mesmo porque a grande sacada da rede é ela ser livre e aberta a qualquer tipo de informação.

Veja a notícia dessa semana publicada no Terra Tecnologia:
Mais famílias processam rede social MySpace
Quatro famílias cujas filhas sofreram agressões sexuais por adultos que elas conheceram por meio da rede social de Internet MySpace abriram esta semana processo contra a News Corp., proprietária do serviço, alegando negligência e fraude. A informação é de um comunicado dos advogados que representam as famílias.
Ninguem disse que as medidas adotadas pelo MySpace são para proteger seus membros e oferecer ferramentas de segurança aos usuários. Os críticos alegam que as medidas, além de chegarem tarde demais, são insuficientes.

Agora eu pergunto, existem sites que realmente exigem documentação legal para conclusão do cadastro e utilização dos serviços, será que o problema esta na internet ou na cultura de quem a utiliza?

1 comentários:

Leandro Ribeiro disse...

Interessante, realmente acho que deveriam tomar mais cuidado com os dados dos participantes, afinal eles tem o poder para isso.

Deveriam começar a fazer isso mais vezes que as empresas tomariam mais cuidado na hora de aceitar novos membros.

att,
Leandro Ribeiro - leleribeiro@gmail.com