24 Setembro 2008


Adobe Creative Suite 4
Pacote de programas para criação de conteúdo chega à quarta versão com recursos que facilitam o trabalho e economizam tempo do usuário!!!
A Adobe realizou hoje o lançamento mundial da Creative Suite 4 (Adobe CS4), seu conjunto de programas para produção e gerenciamento de conteúdo. O pacote estará disponível em seis versões: Design Premium, Design Standard, Web Premium, Web Standard, Production Premium e Master Collection, e no total é composto por 13 programas: Acrobat 9, After Effects, Contribute, Dreamweaver, Flash, Encore, Fireworks, InDesign, Illustrator, OnLocation, Premiere Pro, Photoshop e Soundbooth.

Se o foco da versão anterior, o Adobe Creative Suite 3, era na integração entre os aplicativos da Adobe (como o Photoshop e InDesign) e os "novatos" vindos da aquisição da Macromedia (como o Dreamweaver e Flash), nesta o destaque são os vários novos recursos de cada programa.
O Photoshop, por exemplo, agora aproveita o poder de processamento da placa de vídeo para acelerar várias operações de tratamento de imagens, economizando tempo precioso, especialmente ao lidar com arquivos muito grandes, comuns no ambiente profissional.
Outra ferramenta, batizada de "Content Aware Scaling", "recompõe" automaticamente uma imagem ao redimensioná-la, evitando distorções. Além disso, novas ferramentas facilitam a manipulação e integração de objetos tridimensionais aos seus trabalhos. Abas e novas opções de visualização facilitam a organização ao trabalhar com múltiplas imagens.

O Flash ganhou novos controles para facilitar a criação e ajuste de animações, como "Motion Tween", Bones ("Ossos", que unem múltiplos objetos e vinculam o movimento de um ao outro), um detalhado editor de movimento e uma ferramenta para rotação tridimensional de objetos.
No Illustrator, é possível trabalhar com múltiplas "páginas" em um mesmo documento, e criar gradientes com transparência. Para facilitar o trabalho de design, as propriedades de um objeto podem ser salvas como um "estilo" e aplicadas a outros objetos com um simples gesto de arrastar e soltar. A interface também foi retrabalhada e, como nos outros programas do pacote, agora tem "abas" que tornam mais fácil trabalhar com múltiplos documentos ao mesmo tempo.

O InDesign, software de diagramação, agora traz o recurso "Live Preflight", que analisa em tempo real o documento e aponta problemas que podem causar erros e consumir tempo na impressão na gráfica. O editor de vídeo Premiere pode fazer automaticamente a transcrição de diálogos no vídeo para texto, em inglês, francês, alemão e, em breve, em português. O texto obtido automaticamente é usado como "metadado" para facilitar buscas por conteúdo no futuro: desta forma, basta se lembrar de uma frase para encontrar o vídeo.

A Adobe Creative Suite 4 chega às revendas autorizadas da Adobe a partir de outubro de 2008. O preço sugerido é de US$ 2.662 para a versão Design Premium, US$ 2.517 para a versão Web Premium, US$ 2.768 para a Creative Premium e US$ 3.692 para a Master Collection.
A Adobe irá oferecer planos de upgrade para proprietários das versões anteriores. Mais informações estão disponíveis no site oficial dos programas, em www.adobe.com/creativesuite












Google e T-Mobile lançam celular
Concorrente direto do iPhone, aparelho é o primeiro baseado no software "Android", desenvolvido pelo Google, e tem forte integração com a internet

Depois de muita especulação e quase um ano de espera, finalmente chegou ao mercado o primeiro smartphone baseado na plataforma "Android", desenvolvida pelo Google. O HTC G1 (também conhecido como HTC Dream), criado pela empresa taiwanesa HTC, foi anunciado hoje em um evento em Nova Iorque, e chega às lojas nos EUA no próximo dia 22 de Outubro, pela operadora de telefonia T-Mobile.

O aparelho é um smartphone GSM 3G quad-band (850 / 900 / 1800 / 1900 Mhz), baseado em um processador de 528 MHz, com 192 MB de RAM e 128 MB de ROM para armazenamento de dados. A tela sensível ao toque tem resolução de 320 x 480 pixels, a mesma do iPhone, mas é ligeiramente maior, com 3.2 polegadas. Além disso, o aparelho tem Wi-Fi, GPS, Bluetooth 2.0, câmera de 3.1 MP e slot para cartões MicroSD para expansão de memória.

O design é bastante interessante: fechado, o aparelho se parece com um PDA tradicional, com a grande tela de toque dominando a frente e alguns poucos botões logo abaixo. Mas basta colocar o G1 de lado e deslizar a tela para cima para revelar um teclado QWERTY completo, ideal para quem não vive sem acesso aos seus e-mails.

Mas a verdadeira estrela é o software, o Android. O sistema, baseado em Linux e software de código aberto (Open Source) inclui um navegador baseado no Google Chrome apelidado de "Chrome Lite", MP3 Player com integração com a loja de músicas da Amazon (Amazon MP3), acesso ao YouTube, Google StreetView (com bússola indicando o caminho), programa de e-mail (com integração ao GMail, Yahoo! Mail, Windows Mail e AOL) e muito mais.

Um aplicativo chamado "Android Marketplace", similar à "App Store" do iPhone, oferecerá para download aplicativos criados especialmente para o aparelho. Os preços são variados, e no primeiro mês de operação da "loja" todos os programas serão gratuitos.

O HTC G1 será vendido, nos EUA, por US$ 179, com um plano de fidelização de 2 anos com a operadora T-Mobile. O aparelho desembarca no Reino Unido em Novembro e no restante da Europa em 2009. Não há informações sobre a comercialização em outros países, incluindo o Brasil.

04 Setembro 2008

Sete itens para melhorar a logística no e-commerce

A logística é um calo na maioria das lojas virtuais - pequenas, médias ou grandes.

Deixar de entregar o pedido, enviar o produto errado ou fora do prazo é acabar o relacionamento com o cliente.

Pela definição do Council of Logistics Management, “Logística é a parte do gerenciamento da cadeia de abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes“ (Carvalho, 2002, p. 31).

Ok, muito bonito. Mas será que todas as lojas virtuais conhecem e praticam com excelência este conceito? Levante a mão quem nunca comprou um produto 15 ou 20 dias antes da data planejada (e pior: para presentear) e só recebeu um mês depois? No Natal, então, nem se fala…

E este tipo de coisa ocorre apenas com lojas pequenas e inexperientes? Não! A logística é um calo na maioria das lojas virtuais, sejam elas pequenas, médias ou grandes. Detalhe: deixar de entregar o pedido, enviar o produto errado ou fora do prazo é acabar o relacionamento com o cliente internauta.

Toda a operação de comércio virtual deve funcionar de forma eficiente, da estocagem à entrega, no dia e horário combinados, passando por embalagens apropriadas e muita, mas muita atenção aos detalhes.

Na internet, os consumidores não perdoam. Qualquer falha, até um e-mail não respondido de forma imediata é motivo para ficarem insatisfeitos, correrem para o concorrente num clique ou reclamarem num blog. Dali para chegar a uma porção de gente falando mal da sua empresa é um pulo. E falar mal é o que o ser humano mais adora fazer, não? Portanto o melhor caminho é não dar motivo. Seguem algumas dicas que colecionei estes anos:

1. Organize a empresa antes de começar a vender pela internet. É fundamental que TODAS as informações estejam interligadas e para isso nada melhor que um ERP (do inglês Enterprise Resource Planning = Sistemas Integrados de Gestão Empresarial).

Desenvolvedores como Datasul, Ramo Sistemas e Websoftware, oferecem soluções de ERP para pequenas empresas que custam a partir de R$ 500,00 por mês. Ah! Atente-se para os que possuem sua plataforma toda online e oferecem tudo em módulos de acordo com a necessidade de cada empresa. Um ERP via web é ótimo pois permite que você acesse os dados da sua empresa de qualquer lugar.

2. Trabalhe com o estoque do seu fornecedor. Sempre que o estoque da loja estiver precisando de mercadorias, o sistema envia um e-mail para o fornecedor. Isso é essencial ao controle do fluxo de caixa e para deixar o cliente satisfeito com os prazos.

3. Embalagem correta: nenhum cliente admite receber um produto com a embalagem aberta ou rasgada. Vale testar a embalagem em condições extremas para evitar perdas com avaria.

4. Prazo: passe ao cliente a data de entrega com uma margem de segurança, pois isso é melhor do que prometer uma data impossível de ser cumprida. “Ah, mas meu concorrente oferece dois dias úteis no site dele”. Ótimo para ele. Lute para organizar sua empresa de forma que você consiga superar este prazo, mas enquanto isso não é possível, seja honesto com o cliente: apenas ofereça o que você consegue cumprir. Talvez num primeiro momento, tendo um prazo maior, perca algumas vendas, mas com o tempo vai ganhar os clientes daquele concorrente apressadinho porque os seus clientes sabem que podem contar com você.

5. Vale lembrar que é interessante oferecer sistemas que permitam ao consumidor acompanhar, de casa, em que fase está o atendimento de seu pedido. Isso tem nome e até tese de mestrado: administração de filas. Cliente bem informado perdoa um atraso porque sente que a empresa se preocupa com a ansiedade dele de receber o produto.

6. Escolha muito bem as empresas responsáveis pela entrega. Os correios tomam conta de 70% deste mercado, mas existem outras alternativas como a Total Express, por exemplo. Repare nos preços, pois como é o cliente que paga o frete, um preço bacana torna-se um diferencial. Procure disponibilizar todas as opções possíveis: transportadora, motoboy, Sedex, e-Sedex, PAC, entrega na loja física (se tiver)…

7. O e-commerce é campeão nos processos de troca - afinal o cliente não viu o produto antes de comprar. Natural. Por isso use e abuse da logística reversa. Busque a mercadoria na casa do cliente, não deixe que ele tenha trabalho algum, para que não se arrependa de comprar pela internet. Como cortesia, independente do motivo, não cobre o primeiro frete da troca. No site crie uma página explicando tim-tim por tim-tim como funcionam as trocas e devoluções.

Pronto, cumprindo cada um destes itens, acredito que você já está um pouco mais preparado para encarar um e-commerce de forma profissional.
Acessos à internet via iPhone caem no Brasil

Antes do lançamento oficial no Brasil, o iPhone 3G movimenta o segmento de telefonia, especialmente depois que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou o aparelho a pedido da própria Apple.

Essa movimentação pode ter freado o crescimento acelerado dos acessos via iPhone à internet brasileira, que vinham mantendo média de crescimento de 20%s ao mês. Com o anúncio de que a Vivo (a operadora e a Claro garantem o produto na prateleira antes do Natal) comercializaria o aparelho no país o número, que já chegava a 49%. em março, caiu para 11% em abril.

Depois do lançamento oficial do aparelho 3G, a queda foi ainda mais acentuada e atingiu cinco pontos percentuais negativos em junho. De acordo com a Predicta, nos meses de julho e agosto, o crescimento se manteve em 3% e 11% respectivamente.

Claudia Woods, diretora de marketing e inteligência da Predicta, esclarece que essa estabilização reflete uma desaceleração nas compras do iPhone, causadas pela soma de dois fatores. "Como os consumidores sabem que dentro de poucos meses o gadget estará disponível para venda no país, é provável que o impulso de adquirir o aparelho tenha diminuído, especialmente porque se especula que chegará aqui a preços acessíveis", afirma.

Outro possível fator apontado pela executiva é o movimento natural que ocorre algum tempo depois de lançamentos de produtos tecnológicos. "Assim que um novo gadget é adquirido, é normal que a curiosidade estimule um uso mais freqüente no início e foi o que aconteceu com o iPhone".

A diretora ainda explica que mesmo a movimentação ascendente em agosto, quando atingiu novamente 11%, não deve ser vista como a possível entrada de novos aparelhos na base, já que eventos como as Olimpíadas estimularam um maior acesso à internet por parte dos usuários que já possuíam os dispositivos móveis. "Esses períodos estimulam os acessos, quando as pessoas tendem a acessar a canais de notícias em uma freqüência maior, por isso o volume via outros celulares também cresceu", afirma.

Segundo pesquisa recente realizada pelo DataFolha, o número de internautas no Brasil chegou a 59 milhões, mas o volume de acessos via dispositivos móveis ainda é pequeno. A executiva acredita que esse bolo tende a crescer em ritmo acentuado com a chegada de novos aparelhos com tecnologia 3G, principalmente o iPhone.

"Duas barreiras principais impediam o crescimento dos acessos via dispositivos móveis no Brasil: a velocidade das redes e a dificuldade de navegação dos aparelhos disponíveis. Com a chegada da tecnologia 3G e com o lançamento de aparelhos cada vez mais capazes de oferecer ao usuário uma experiência de navegação similar a de seus computadores, o movimento ascendente será irreversível.", completa.

Telefonica vai distribuir iPhone no Brasil

Nesta quarta-feira, a operadora espanhola Telefonica afirmou que realizará a distribuição do iPhone no Brasil e em outros 15 países, depois de chegar a um acordo que cobre a maior parte dos países da América Latina onde está presente, além da República Tcheca.

Cesar Alierta, presidente do conselho da Telefonica, afirmou em comunicado que esses países possuem potencial de mercado de 500 milhões de pessoas, o que poderá tornar a empresa uma das líderes globais na distribuição do iPhone.

A assessoria de imprensa da Vivo no Brasil, controlada pela Telefonica e pela Portugal Telecom, distribuiu comunicado afirmando que o celular da Apple "estará disponível nas lojas próprias e revendedores Vivo nos próximos meses". Entretanto, a operadora não informou qual versão do aparelho será vendida e a data para o início da distribuição.

Na última terça-feira, a Telefonica afirmou que começará as vendas do iPhone na Espanha a partir de 11 de julho. Ela já vende o celular no Reino Unido e na Irlanda através da unidade O2.

Esta semana, o grupo mexicano América Móvil, que controla a Claro no Brasil, informou que vai distribuir a versão 3G do iPhone na América Latina, inclusive no Brasil, mas não divulgou datas precisas.

03 Setembro 2008









Chrome é o novo navegador desenvolvido pela gigante Google. Sua interface é "clean" e lembra um pouco a do Opera, pois suas abas encontram-se acima da barra de endereço e dos botões de comando.

O navegador oferece um novo recurso chamado "Omnibox", que combina os resultados de busca, com sugestões de sites e URLs salvas no histórico. Desta forma o usuário obterá resultados mais consistentes em sua pesquisa Assim como seus rivais Safari e Microsoft Internet Explorer 8, o Chrome também apresenta ao usuário um modo de navegação privativa, chamada "Incógnito".

O Google se preocupou muito com o desempenho do seu browser. Por isso, uma equipe da Dinamarca desenvolveu um poderoso sistema de JavaScript . O V8, como é chamado este sistema, promete rodar aplicativos de WEB que são impossíveis nos navegadores atuais.

A navegação está mais estável. Cada aba aberta terá sua própria "sandbox", fazendo com que uma não interfira na outra e provoque possíveis travamentos ao sistema.

Roda em Windows 2000, Millenium, XP, 2003, Vista.